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sábado, 20 de outubro de 2007

SHOWS - parte II - Esporte Clube Iguaçú (1989)

05/11/1989
Local: Nova Iguaçú

Passados exatamente 8 meses do primeiro show, ficamos sabendo desse show em um munícipio próximo e resolvemos ir, só que dessa vez contamos com a presença da minha mãe, que resolveu ir junto.

Chegamos cedo, pra ela entrar no 0800, ou "Dama Grátis" (termo usado na época), e pra variar ficamos aguardando até 23:30 hs.

É quando o Marcos, sempre mais observador, ve uma pessoa chegando carregando uma jaqueta e diz: "Olha deve ser a jaqueta dela" e sem acreditar muito respondi: "Daqui a pouco passa a cabeça".
Passado um tempo, (tive que dar o braço a torcer), realmente era a Patricia, ela estava em um canto pronta pra entrar no palco com a tal "jaqueta" e calça jeans e um tênis super fashion, dançando uma música que estava tocando no baile (Adelaide a anã paraguaia). Então o apresentador chama:
"Com vocês a gatíssima PATRICIA"
Lá vai ela cantando TO BE OR NOT BE, nós já levantando o poster central da Revista Star Show. Ela ve e nos acena. Depois enquanto canta CEDO DEMAIS, pega a revista e faz um sinal para nós pedindo a caneta para autografar, (pra variar não levamos). Ela faz um sinal, como se dissesse: "Então não vai dar" e devolve a revista. Ela começa a cantar CERTO OU ERRADO e uma alma caridosa finalmente nos empresta a caneta, que nem agradecemos, e começamos a chama-la de novo. Ela vem em nossa direção e super atenciosa, simpática autografa as revistas e da um beijo nelas e devolve. Começar a cantar DOÇURA e o Marcos entrega um bilhetinho e uma foto 3x4. A Paty se despede de todos e vai embora. E nos voltamos falando alto toda viagem de onibus para o despero de minha mãe e prometeu nunca mais passar por essa (pra nossa sorte)

SHOWS - parte I (PAVUNENSE F.C - 1989)

05/03/1989
Local: Pavuna


Este foi o pontapé inicial, o primeirão, eu já era fã desde 1987, e resolvi chamar um amigo (Marcos) para enfim assistir um show da Patricia que seria próximo de nossa casa.
Depois de chegarmos as 20:00 HS, esperamos até as 22:30 HS para conseguir entrar. Depois de ficar pra baixo e pra cima, tentando imaginar por ela iria entrar (éramos tão ingênuos aos 14 anos que chegamos a pensar na possibilidade de ela entrar pelo teto de helicóptero!!! (rsrsrsrsrs)
De repente, avistamos uma menina se aproximando do palco, de rabo de cavalo e corremos como loucos, derrubando quem estivesse na frente.
Eu que ja era fã, fiquei encantado de ver a Paty de pertinho. E para o Marcos foi "paixão a primeira vista". Depois de morrer de vergonha, em pedir o infalível autográfo, finalmente tomei coragem e me dei conta de mais uma mancada: Não tinha papel e nem caneta! acabei oferecendo a mão pra ela assinar.
A Paty escreveu alguma coisa e disse:
"Acho que não vai sair a mão esta molhada..."
O Marcos acabou tomando coragem, e também pegou um autográfo no braço, dizendo "Eu adoro suas músicas Festa do Amor e Te cuida meu bem".
Então ela foi ao palco e cantou "Festa do Amor", "Cedo Demais", "Doçura", e "Certo ou Errado".
Eu que ja conhecia cantei tudo. E a Paty ganhou mais um fã: O Marcos comprou o disco na semana seguinte e foi ai que começamos a colecionar juntos nossas primeiras fotos da Patricia.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

PATRICIA MARX FALA SOBRE O ÚLTIMO CD


Patricia Marx foi nos anos 80 um fenômeno dentro do fenômeno em que se constituiu a música infanto-juvenil daquela época. Depois de integrar durante quatro anos o grupo Trem da Alegria, de retumbante sucesso nacional, à partir de 1988 ela desenvolveu uma comercialmente muito bem-sucedida carreira solo representada por três discos lançados pela BMG.

Aí o tempo passou, a adolescência acabou e Patricia começou, como seria inevitável, a sua guinada artística. Primeiro, em 1992, fez um disco para o mercado japonês chamado "Neoclássico" em que interpretava standards da música brasileira - de Pixinguinha a Tom Jobim, de Noel Rosa a Rita Lee. Em seguida, de 1995 a 1998, já com o "Marx" incorporado ao seu nome artístico, ela gravou com produção de Nelson Motta e para o selo dele, o Lux Music, três cds. O primeiro deles com a música "Quando Chove" que virou hit na novela global "A Viagem".

Depois, em 1998, Patricia viajou para Nova York e mais nove cidades do Japão para divulgar Millenium - uma compilação com alguns dos melhores momentos da cantora em toda a sua carreira. As versões ao vivo de "Samba de Verão" com Marcos Valle e "Sabiá" e com Nando Cordel abrem a seleção de 20 sucessos de Patricia que após esse disco resolve parar para "respirar" por quatro anos. Nesse meio tempo ela casou-se com o produtor Bruno E, com quem teve um filho, e aproveitou a pausa para refletir e reciclar as idéias. Quatro anos depois, de volta de seu retiro, surge uma nova Patricia musicalmente mais sofisticada.
O disco "Respirar" que saiu pela Trama em 2001, sinaliza ao mesmo tempo um amadurecimento e um salto em relação aos anteriores. Um amadurecimento porque mantém o trabalho da artista tão pop e dançante quanto antes e um salto em relação aos anteriores porque incorpora elementos eletrônicos inéditos à música que ela praticava. Além disso, Patricia aparece pela primeira vez como compositora (apenas uma das 12 faixas não leva assinatura sua, o que dá ao disco o status de autoral) e também como produtora - função dividida com Bruno. Um dos grandes acontecimentos em torno deste album foi a participação dos produtores ingleses 4hero. Eles são considerados como um dos mais influentes produtores da música eletrônica européia. A participação do grupo marca o segundo capítulo da história de uma associação iniciada há cinco anos, quando Patricia foi convidada para ir a Londres cantar no disco deles - o "Creating Patterns".

Em 2002, Patricia vai morar um ano em Londres para divulgar seu álbum e faz três turnês pela Europa, se apresentando nas principais capitais - em lugares como Favela Chic (Paris), ICA, Cargo, Notting Hill Carnival, Momo's (Londres), La Palma Jazz Club (Roma), Quasimodo Jazz Club (Berlim) e em lugares em Amsterdam, Viena, Lisboa, Suiça, Bélgica, Portugal, Holanda. Daí então, a cena européia, mais precisamente a londrina, passa a representar uma nova esfera em termos de conceitos musicais para Patricia. São originários de lá os elementos eletrônicos que ela buscou para misturar com os daqui já conhecidos (samba, bossa, jazz brasileiro). Estilos como o broken beats - termo usado para batidas quebradas com influências de música brasileira.

Destas novas referências culturais, surge então o disco que marca uma ruptura sonora e estética na carreira da artista. Batizado de "Patricia Marx", o título homônimo marca uma nova era de criação e autonomia. Mais madura, agora com 30 anos, além de compor, ela toca e faz arranjos de cordas e programações eletrônicas trazendo influências das casas londrinas de black music e broken beats. Apostando no time que deu certo no disco anterior, conta novamente com a participação dos produtores 4hero e Bruno E. e novos parceiros como o Jair Oliveira, Silvera e Ady Harley.

Este disco é focado no que sempre esteve presente em todos os seus trabalhos anteriores - o seu canto soul - que sugere que nos deixemos levar pelo seu poder de sedução. Em uma atmosfera bastante confortável, Patricia passeia livre em suas melodias jazzísticas com nuances setentistas. Lançado na Europa antes do Brasil, o disco recebeu excelentes críticas das mais conceituadas revistas especializadas do velho continente como a inglesa DJ Magazine e a italiana Acid Jazz. Comparada a cantoras de renome nos EUA, como Lauren Hill, Erikah Badu e Jill Scott, Patricia Marx se firma definitivamente no mercado fonográfico internacional.

*EB - Você acha que esta faltando espaço na noite paulistana para mostrar sua musica e conseqüentemente para artistas que estão trabalhado em composições mais refinadas ?

Patricia - Há espaço, mas ainda bem pouco. Gostaria que houvesse mais lugares para trabalhos segmentados. Por outro lado, vejo que as pessoas estão se abrindo cada vez mais para coisas novas - o que é muito positivo nessa falta de opção e acesso à boa música.
Então, quando há um espaço que ofereça isso ao público, é um sucesso. E parte disso, acontece não só por uma questão de modismo, mas da necessidade de se ouvir um bom set , agradável, musical, revitalizante e inovador. Felizmente, existem DJ´s, mas pouquíssimos artistas dispostos a nos oferecer isso.

* EB -Qual é a saída?

Patricia - É criarmos a cena para um novo conceito musical. Assim como aconteceu com a música eletronica, no início de sua existência aqui no Brasil em meados de 98. Incluindo movimentos bem expressivos como o drum´n´bass por exemplo. Na época, havia um grupo de pessoas que faziam o mesmo som, num mesmo lugar e uma residência. Hoje, há movimentos crescentes como o Future Jazz, que mistura Broken Beats, House, Samba , Soul e Jazz, dando a opção de uma gama musical bastante refinada ao público que quer fugir da mesmice

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

PATRICIA MARX E ANDERSON SOARES


Em 2004, Patricia Marx participou ao lado de outros artistas do CD "Muito soul" do DJ Anderson Soares, cantando uma parceria dos dois, "Acima dos sete mares", escolhida inclusive para ser a música de trabalho do CD. Na foto, Patricia e Anderson.

Confira a letra da música:

ACIMA DOS SETE MARES

Foi numa tarde quente de verão
Os pensamentos flutuavam em outra direção
E o rádio só tocava dom-dom-dom-doumm
Eu e você, assim mais nada
Fez desaparecer o meu chão

Você virou as leis
Acima dos sete mares
Mas você virou, virou as leis
Sem gravidade, meu coração ficou
Mas você virou as leis
Hey, hey, hey
Virou

Hey, hey, hey

Foi numa tarde quente de verão
Os pensamentos flutuavam na tua direção
E o rádio só tocava dom-dom-dom-doumm
Eu e você, assim mais nada
Fez desaparecer o meu chão

Mas você virou as leis
Acima dos sete mares
Mas você virou, virou as leis
Sem gravidade, meu coração ficou
Mas você virou as leis
Hey, hey, hey
Virou
Acima dos sete mares, acima dos sete mares

Nas ondas do desejo
Eu vou me deixar levar
Dueto efervecendo
Dentro de nós
Eu e você
Feito rastro de estrela

Você virou as leis
Hey, hey, hey
Virou
Mas você virou, virou as leis
Hey, hey, hey




domingo, 14 de outubro de 2007

MÚSICA DA SEMANA: SENTIDO


SENTIDO

CD PATRICIA MARX (2005)


Pra explicar
Não faz sentido
Não faz par com a razão
Paira no olhar
Subentendido
Só quem sofreu
De amor perdido
Quem se feriu com tanta fé
Sabe o que é
É a expulsão
Do paraíso
Sem redenção
É enlouquecer
Perder juízo e direção
E não se dribla a solidão
Eu sei que não
Perder um amor
É se jogar
Num escuro sem fim
Há de saber
Se consolar
A vida continua mesmo assim
Ainda bem que sim
Eu sei que sim
Eu sei o que é chorar de amor

SAIBA COMO FOI O SHOW NO CCBB - RJ, EM 01/-9/2007


                                       Patricia Marx arrasa em show no CCBB - RJ


Depois de um set incendiário de Bruno E., Patricia Marx entrou arrasando e convidando todo o público a dançar e curtir, falando das saudades do Rio de Janeiro. Já começou com "Diz", balançando o corpo ao delicioso som da música. Daí veio "Burning luv", com todo seu balanço jazzy e envolvente. Bem solta no palco e disposta a matar a saudade dos cariocas, mandou ver em "Menino", com direito a umas sambadinhas e com todo o público pulando e aplaudindo pra valer. Aí veio uma surpresa: "Acima dos sete mares" (quem não adora???), com todo seu balanço pop (porque uma música dessas não ganha as rádios???). A próxima foi "Submerso", quase uma oração, sussurrada e envolvente. "Lá no mar", com sua batida tecno-afro ganhou o público, ainda mais emendada com uma versão surpreendente de "Quando chove", na mesma batida e finalzinho quase à capela (afinadissima)... Patricia ainda tentou se despedir do público, mas quem deixou???? Ainda bem, pois veio uma versão incendiária de "Sem pensar", que para alegria de Patricia, foi cantada em coro por várias pessoas, provando que não precisa de massificação nas rádios pra ganhar o público...
Super simpática, vinte minutos depois, recebeu a todos e tirou muitas fotos... Falamos com ela, sobre a comunidade e ela comentou que tinha saído do orkut, falou que o CD já está sendo preparado, das saudades do Rio, perguntou pelo Marcos (o outro fundador do Simplesmente Paty), que não pode ir e cobrou a presença dele no próximo show no autografo, riu do sobrenome do "Michael Lurx" (inspirado nela), enfim, uma noite nota mil...
Você pode conferir as fotos no album do orkut do fã clube simplesmente Paty... Não deixe de ver e fazer seu comentário...

ORKUT DO FÃ-CLUBE SIMPLESMENTE PATY


Profile do fã-clube:

http://www.powerscrap.com/powerkut/Home.aspx



Comunidade Fã-Clube Simplesmente Paty:

http://www.powerscrap.com/powerkut/Community.aspx?cmm=23671146

CRÍTICA SHOW "TRIBUTO A ELIZETH CARDOSO E BILLIE HOLIDAY"


O holofote procura a estrela e não acha. As cortinas do palco do Sesi estão abertas, a luz está apagada, os músicos estão em cena. Tudo está lá, menos a cantora. De um lado para o outro, o foco de luz procura doidamente achar seu objeto de desejo. Quando entra Patrícia Marx, ele ainda está em sua obstinada busca. Muito educadamente, ela espera a luz do holofote ir pegá-la e a conduzir suavemente até o microfone.

De turbante verde, um banquinho e um incenso atrelado ao pedestal do microfone, Patrícia se aconchega sem grandes problemas e começa a cantar Billie Holiday. Assim como ela, a banda de jazz que a acompanha também se sente à vontade. Tocam sem problemas e com uma sincronia de fazer inveja.

O show foi melhorando aos poucos, e teve como ponto de subida tangencial a mudança de repertório de Billie Holliday para Elisete Cardoso. Tirou o turbante, o rosto dos músicos mudou e ela saiu da frente do pedestal para ganhar o palco e o público. Sua voz, antes tímida, cresceu. A cada música melhorava, e o público ia crescendo com a banda.

Sua voz tem um tom intimista, que varia de estilo drasticamente: vai desde o rouco de João Gilberto até o alto e estridente de Elis. Ouví-la é igual a ouvir uma mãe cantando para o filho dormir. A voz é bela e aconchegante, e, por mais que por hora e meia pareça falhar (só pareça), não perde sua doçura.

A Show-girl Patrícia Marx tem voz de quem estudou em conservatório por muitos anos. Alta qualidade técnica; talvez muito estudada para as canções de jazz americano, que exigem um pouco mais de rouquidão e improviso, mas realmente boas para as brasileiras.

Apesar de desinibida e imagética durante as músicas, Patrícia se mostrou envergonhada ao conversar com a platéia, o que deu uma mistura interessante. Enquanto falava, mantinha os olhos fixos no chão e dizia pequeno, como um passarinho.

Curta, a apresentação acabou com apenas 55min, além de duas músicas de bis. Saíram de palco, e o que se ouviu então foram gritos de entusiasmo vindos do camarim. Comemoravam a bela apresentação.

Pouco tempo depois fui ao primeiro subsolo conversar com a cantora, que chegou feliz da vida comendo um bombom de chocolate. Patrícia me revelou que as duas cantoras homenageadas da noite, Billie Holiday e Elisete Cardoso, além de inspiração para si, serviram de material para o projeto de pesquisa que realizou por dois anos na Inglaterra. O resultado desta pesquisa foi o trabalho com composições próprias da cantora, concretizado em cds lançados no Brasil.

Arte Free em São Paulo - 2007.

DISCOGRAFIA PATRICIA MARX


1983 - Festival Internacional da Criança (RCA/BMG)
Música: Mãe Natureza












1984 - Aconteça o que acontecer (RCA/BMG)
Música: Sonhar com Deus


1984 - Clube da Criança - Patricia e Luciano (RCA/BMG)












1985 - Trem da alegria (RCA/BMG)













1986 - Trem da alegria (RCA/BMG)













1986 -  Xou da Xuxa (Som Livre)
Música: MIragem Viagem













1987 - Trem da alegria (RCA/BMG)
         

1987 - Xegundo Xou da Xuxa (Som Livre)
Música: Comigo ninguém pode












1987 - Bambolê- novela (Som livre)
Música: Festa do amor












1987 - PATRICIA - PATY (RCA/BMG)
























1988 - Michael Sullivan e Paulo Massadas (RCA/BMG)
Música: Dê uma chance ao coração













1988 - PATRICIA (RCA/BMG)
























1988 - Xuper Xuxa contra o Baixo astral (Som Livre)
Música: Somos um só













1989 - Amor eterno - coletânea (Som livre)
Música: Te cuida meu bem












1989 - Robby (RCA/BMG)
Música: Paraíso












1989 - Vida Nova- novela (Som Livre)
Música: Amor é sempre amor













1989 - Amor é sempre amor - coletânea (RCA/BMG)
Música: Amor é sempre amor


1989 - Sucesso nacional - coletânea (Som Livre)
Música: Certo ou errado


1989 - Viva a noite - coletânea (Sony)
Música: Certo ou errado












1990 - Engenheiros do Havaíi - O Papa é pop (RCA/BMG)
Música: A violência travestida faz seu trottoir













1990 - Adoniran Barbosa - O Poeta do Bexiga (Som Livre)
Música: Samba Italiano













1990 - PATRICIA - INCERTEZAS (RCA/BMG)

























1991 - 25 anos de Trapalhões (Som Livre)
Música: Filhos de Chaplin













1991 - Salomé - Novela (Som Livre)
Música: Destino












1991 - Inspetor Faustão e o Malandro - filme (Som Livre)
Músicas: Sonho de amor e Destino












1991 - Carrossel - Novela (RCA?BMG)
Música: Sonho de amor











1992 - Nave Mágica (Som Livre)
Música: UItiro Urissuonga













1992 - Michael Sullivan - Talismã (Warner)
Música: Leis do coração














1992 - PATRICIA - NEOCLASSICO (Cameratti)
























1992 - AS MELHORES DE PATRICIA (RCA/BMG)























1994 - PATRICIA MARX - FICAR COM VOCÊ (lux/Polygram)


1994 - A Viagem - novela (Som Livre)
Música: Quando chove













1995 - Malhação - Novela (Som livre)
Música: Espelhos d'agua












1995 - Mulheres 95 - coletânea (Polygram)
Música: Ficar com você











1995 - Coleção grandes autores - Sullivn & Massadas (BMG)
Música: Te cuida meu bem

1995 - Coleção grandes autores - José augusto (BMG)
Música: Quando estou com você

1995 - PATRICIA MARX - FICAR COM VOCÊ - Tiragem especial (Polygram)
Incluindo remixes de Ficar com você e Dinheiro/Inédita Espelhos D'agua



1995 - PATRICIA MARX - QUERO MAIS (Lux/Polygram)
























1996 - Menino Maluquinho - Trilha sonora (Polygram)
Mùsicas: Festa do menino maluquinho e Shirley Valéria












1996 - Forrobodó (Polygram)
Música: Anunciação












1996 - Quem é você - novela (Som Livre)
Música: Quero mais












1996 - Marcelo Augusto - É assim que vou te amar (Polygram)
Música: Formas de amor












1997 - Casa da Bossa (Polygram)
Música: Samba de verão















1998 - Corpo dourado - novela (Som Livre)
Música: Me liga












1998 - PATRICIA MARX - CHARME DO MUNDO
























1998 - Casa do Forró (Polygram)
Música: Sabiá












1999 - COLEÇÃO MILLENIUM - PATRICIA MARX (Polygram)
























1999 - Rap Sensation - Lado Certo
Música; Eu Sou Uma Droga












2000 - Hip hop na veia (Som Livre)
Música: Eu sou uma droga












2001 - Bruno E. - O discurso
Música: I don't mind













2001 - São Paulo Fashion week - volume 2 (Trama)
Música: Earth

2002 - PATRICIA MARX - RESPIRAR (Trama)























2002 - Max de Castro - Orchestra Klaxon (Trama)
Músicas: Os óculos escuros de Cartola e O Futuro pertence à
Jovem Vanguarda












2002 - Mad Zoo - Bad Inosense (Trama)
Músicas: Miracle e Metamorphosys 20/11/06 Fã clube












2002 - CD Caras - Dia dos namorados (Trama)
Música: Demais pra esquecer

2002 - Só tinha de ser com você - coletânea (Trama)
Músicas: Demais pra esquecer e Sem pensar

2002 - São Paulo Fashion Week 3 (Trama)
Música: Despertar (Anderson Soares Mix)












2003 - Mad Zoo&  DJ Patife - D & B Sessions (Trama)
Músicas: Demais pra esquecer e Sem pensar (D & B Sessions)













2003 - São Paulo Fashion week 5 (Trama)
Músicas: Nova dimensão (Space remix), E meu amor vi
passar (remix) e Demais pra esquecer (remix)

2003 - Nova vida by Bruno E. (Sambaloco/Trama)
Músicas: Despertar e Earth (remix)













2004 - Anderson soares - Muito soul (Trama)
Música: Acima dos sete mares












2004 - São Paulo Fashion Week 6 (Trama)
Músicas: Diz e wheels of life


2005 - PATRICIA MARX (Trama)

























2005 - Bruno E. - Super Jazz - Nova vida volume 2 (sambaloco/Trama)
Músicas: Lotta luck (remix), Recomeçar (remix) e Lá no mar
(remix)













2005 - Bruno E. - Alma sessions (Sambaloco/Trama)
Músicas: Sons, Claras revoluções e Is love













2005 - CD Transamérica (encartado na revista)
Música: Dias de sol (remix)

2005 - Tom Zé - Estudando o pagode (trama)
Música: Prazer carnal













2010 - PATRICIA MARX & BRUNO E. (Urubu Jazz)
























2012 -  Carrossel - novela (Building Records)
Música: Espelho












2013 - TRINTA (LAB 344)























2013 - TRINTA AO VIVO - DVD  (LAB 344)


























2013 - - TRINTA AO VIVO  - Somente Digital/ I-TUNES (LAB 344)

2014 - TE CUIDA MEU BEM - EP (LAB 344)  Somente Digital/I-Tunes




















PARTICIPAÇÕES INTERNACIONAIS:


1991 - El arbol azul (novela) - lançado apenas na Argentina
Músicas: Sueno de amor e Tu forma de ser












1997 - PATRICIA MARX (JVC) - Coletânea lançada apenas no Japão e Europa

























2001 - 4 Hero - Creating Patterns (Talking'Loud)
Música: Unique












2004 - SUV - Follow The Sun (Majestic Recording)
Música: Making Waves













2006 -  Xantone Blacq - To The Heavens & Beyond (Platinum Fingers)
 Música:  Makes Me Wanna












2007 - Smoov Sauze - Musico Sapiens
Música: Aquarelle 













2007 - Electric Conversation - Communication (Futuristica Music)
Música: Hey